Opinião vs. Ciência

Vivemos um momento sem precedentes na história, inédito em todos os aspectos. Entre a necessidade de lutar pelas nossas vidas e a obrigatoriedade de manter ativa a economia de países inteiros, precisamos considerar todos os cenários possíveis e fazer a única coisa que nos cabe: decidir.

Quando podemos utilizar experiências anteriores, o processo de decisão acontece de maneira muito mais natural, pois temos a chance de comparar resultados prévios e, dessa forma, optar por um caminho em detrimento de outro. Agora, entretanto, não temos resultados anteriores. Não temos o que comparar. Temos, apenas, a nossa vontade de permanecer vivos, tanto física quanto economicamente. E temos, também, a estatística de países que viveram anteriormente as dificuldades que enfrentamos no momento.

Para ser mais claro, a batalha que se trava atualmente é entre o senso comum e a ciência. O senso comum surge quando o meu bom senso me ajuda a produzir uma resposta semelhante à resposta que você produziria com base no seu bom senso. Respostas parecidas acarretam no conforto de acreditar que, se pensamos da mesma maneira, é óbvio que só podemos estar certos. E aí caímos na armadilha do senso comum, que deriva da ideia de que nossas semelhanças culturais sejam suficientes para que tenhamos as melhores respostas para qualquer questão.

Para ser bastante direto, preciso apresentar fatos, dados e evidências com o exclusivo interesse de construir um argumento livre do meu bom senso e, assim, contribuir para que o seu processo de decisão seja o mais racional possível.

O gráfico mostra como se deu, até o momento, o crescimento do número de infecções em diversos países. O número de infectados no Brasil é apresentado em destaque.

A partir do atingimento do número de 100 pessoas infectadas com o novo Coronavírus, nós levamos dois dias e meio para apresentar o dobro de casos até o milésimo infectado. Após a marca de, aproximadamente 500 pessoas infectadas, com a implementação das debatidas medidas de isolamento social, o período para que o número de infectados dobre vem passando dos três dias.

Como até o momento não temos uma cura definitiva para a doença causada pelo novo Coronavírus, o melhor que podemos fazer é lutar para que o vírus não se espalhe. Os dados são claros. O distanciamento social retarda o aumento no número de casos.

Assim, preciso te perguntar: Com o objetivo de preservar a sua vida e as vidas daqueles que te cercam, que argumentos você vai utilizar para seguir com o seu processo de tomada de decisão, aqueles baseados em opiniões ou aqueles baseados na ciência dos fatos, dos dados e das evidências?

Se eu posso dar uma dica: entre opinar e ter ciência, escolha sempre a segunda opção. Pense como um cientista!

Compromisso é um treco interessante!

No último final de semana eu participei do Cooperhack Edição 02 da Coopersystem, uma cooperativa raiz de TI. Por ter participado da edição 01, há exatamente um ano, pude perceber o tamanho do envolvimento de todos ali com os princípios do cooperativismo e o quanto cada um acredita que este é, de verdade, o melhor caminho para que o nosso povo se converta numa nação, com objetivos comuns e ânsia pelo progresso. A Coopersystem inaugurou, do ano passado pra cá, o CooperLabit, seu laboratório de inovação. Eles fizeram isso da maneira mais bonita possível, por meio da construção de conhecimento no interesse de alicerçar os passos da cooperativa rumo ao futuro. Aliás, foi exatamente sobre esse tal futuro, que está cada vez mais perto do presente, que eu falei, mas isso é história para outro momento.

A Coopersystem tem protagonizado a transformação digital de empresas importantes, oferecendo um modelo de imersão completamente diferente. As ações da Cooper são desenhadas com interesse de envolver cada time da empresa na qual ela se insere para que todos entendam que o sucesso é fruto do trabalho colaborativo de cada pessoa que compõe a corporação. Adicionalmente, a Cooper se insere mesmo no ambiente da empresa, alocando fisicamente técnicos, desenvolvedores, analistas e quem mais se fizer necessário.

Com a pegada de quem sabe que tem muito o que aprender, a galera da Cooper tem participado de um número relevante de eventos pelo país e fora dele. Eu mesmo já viajei com o time. No início desse mês, em Nova York, focados em promover o intercooperativismo, a Coopersystem e a Organização das Cooperativas do Brasil – OCB – deram show na Conferência Internacional de Cooperativismo de Plataforma. Apresentaram por lá suas ideias para desenvolver e implementar sistemas que não somente permitam mas que, principalmente, fomentem negócios entre cooperativas. É claro que estes negócios precisam acontecer em um âmbito cada vez mais abrangente, de forma que a plataforma tem como grande diferencial o fato de ter alcance internacional. A galera é incrível!

Fui para o Cooperhack Edição 02 com a minha fala “Ousadia”, no interesse de compartilhar com todos ali, aquilo que acredito ser a chave para o sucesso diferenciado de alguns personagens da nossa história. Passei uma tarde fantástica, do lado de gente sensacional, me desenvolvendo a partir da generosidade de todos em compartilhar comigo o melhor de si. Ninguém guarda segredo, ou te pede para fazer isso. Todos ali estavam, genuinamente, interessados em cooperar, e isso é transformador.

Que a Coopersystem siga contribuindo para que as empresas do nosso país se modernizem e para que sejam sempre competitivas neste cenário em constante transformação.

Muito obrigado por me deixarem fazer parte da história de vocês. Juro que me sinto corresponsável por cada passo dado em direção ao futuro. E muito obrigado por fazerem parte da minha história. Quero que se sintam a razão pela qual sigo buscando crescimento. 

E só mais uma… Nunca vi tanta gente tão feliz durante uma palestra no domingo. Voa Cooper!!!

#SomosCoop #CooperHack #Coopersystem

Ciência da Educação: inovando com método

Nestes tempos modernos, profissionais dedicados a contribuir com a construção do conhecimento do próximo, os professores, vêm enfrentando uma dificuldade extremamente relevante: nossos alunos já não nos veem como profissionais necessários.

Há algum tempo, professores, instrutores, tutores e profissionais da mesma linha eram a grande fonte de informação de uma comunidade ávida para conhecer o mundo por meio da experiência e da vivência dos ditos “mais sábios”. Hoje, a queda da Bastilha está a um clique de distância, e com gifs animados da decapitação do governador. Abstrações matemáticas não são mais tão necessárias, já que as impressoras 3D nos permitem tocar hipercubos representativos de múltiplas dimensões. Gastar tempo montando experimentos de Química então, só se não houver como acessar aquele aplet java, altamente editável e com acurácia indiscutível.

Estou certo de que, juntos, identificamos evoluções relevantes em alguns aspectos ligados à educação:

  1. a informação é altamente acessível;
  2. não há mais tanta necessidade de abstração; e
  3. professores deixaram de ser ídolos respeitáveis, temíveis e amáveis.

Toda essa não necessidade do professor faz com que sejamos mal vistos, indesejados, desrespeitados e, como consequência, nos vemos de maneira inadequada, indesejada e com pouco respeito próprio. Atualmente, somos muito mais cobradores da dedicação daquele que deveria ser o grande fã do processo de ensino, o aluno. Servimos, na maior parte do tempo, como bedéis da atenção do aluno para com o seu próprio futuro. Trabalhamos para punir qualquer deslize na conduta do nosso cliente. E analisando a relação professor/aluno com olhos mais comerciais, digam se não é, no mínimo, pitoresco o fato de sermos os únicos mercadores, de algo tão precioso quanto o conhecimento, que têm a genuína intenção de entregar mais do que aquilo que é pedido. Isto ocorre porque acreditamos que quanto mais conhecimento compartilharmos, mais próximos da essência do grande professor nós estaremos.

No antigo Egito, as novas gerações de escribas eram ensinadas por escribas precedentes, o que garantia tanto a manutenção da profissão quanto o aprimoramento dos antigos profissionais. Os espartanos treinavam táticas de batalha junto de seus jovens discípulos, e isso os fazia mais conectados, garantindo que um soldado cuidaria do outro na guerra. Na Grécia, os atenienses perceberam a necessidade da especialização, separando aprimoramento intelectual, escrita e desenvolvimento físico, o que permitia a evolução do processo de ensino, garantindo que aprendizes interagissem com vários tutores por quanto tempo fosse preciso. Na Roma antiga, educadores vagavam pela cidade ensinando o povo em troca de algum valor, mas alfabetizavam crianças menos favorecidas de maneira gratuita com o admirável interesse de que percebessem o valor do conhecimento. No período medieval, a igreja iniciou um processo de elitização do ensino, restringindo o conhecimento aos próprios membros da igreja, o que culminou com a constituição da primeira universidade. E foi somente no século XIX que um curso de formação de professores foi elaborado, denotando pela primeira vez a preocupação do estado com a profissionalização da função de professor.

Retomando, então, a problemática atual, podemos conjecturar sobre as atribuições do professor moderno. E numa perspectiva extremamente lógica, é possível inferir que os comportamentos dos professores do passado já não são mais tão necessários ou interessantes. Agora, não pensamos tanto em aprimoramento, mas sim em reciclagem. Não nos preocupamos mais com a construção de ligações emocionais entre professores e alunos, já que não há mais necessidade direta de que cuidemos um do outro. Não escalonamos mais a formação dos jovens de maneira individualizada, pois o mercado exige que todos “se formem” em um tempo previamente determinado. Não temos armas para combater o anti-intelectualismo, já que não faltam personagens que “venceram na vida” sem qualquer preocupação com o formalismo educacional. O ensino continua elitizado, garantindo qualidade somente àqueles poucos selecionados. E o estado segue engatinhando em sua importante missão de profissionalizar o professor.

Deixando a comodidade da crítica para trás e forçando nossos cérebros em direção à soluções relevantes, podemos concluir que a inovação no processo ensino/aprendizagem é a única possibilidade de sucesso autêntico. É, certamente, o que vai garantir aprimoramento profissional, bons relacionamentos entre os agentes deste processo, cuidado personalizado, valorização, abrangência e, por fim, profissionalismo.

Certo é que há muito tempo que buscamos respostas para questões referentes à vida e à evolução do ser, incluindo questões relativas às boas práticas educacionais. Inicialmente, estas respostas tinham como principal característica o fato de serem todas oriundas de uma mesma fonte, o bom senso, que vem carregado de influências culturais, econômicas, sociais e religiosas. Quando fazemos uso do bom senso no interesse de construir conhecimento, somos automaticamente compelidos a respeitar cláusulas e predefinições oferecidas por outros que nos antecederam. Aceitar, por exemplo, que a Terra não é o centro do nosso sistema planetário exigiu desapego por parte daqueles que lutaram com todas as armas para que a inverdade se mantivesse no conjunto de conhecimentos que não devemos discutir, os dogmas. Estes dogmas vêm, ao longo da história, sendo derrubados à medida que as capacidades intelectuais humanas se desenvolvem. Assim, é possível que afirmemos que o desenvolvimento intelectual humano é o que nos leva além. De maneira extremamente segura, sem qualquer receio de cometer alguma injustiça, eu digo com relação ao progresso intelectual, a ciência é a forma mais pura e sublime de buscar uma total compreensão dos “mistérios da vida”, é nosso grande passo no sentido de desvendar as leis do Universo e é, certamente, nossa mais valiosa conduta no sentido da inovação.

Para tornar o tema mais palatável, permitam-me responder algumas questões centrais.

A primeira delas: O que é ciência?

Ciência significa “saber”. Se tenho ciência sobre algo é porque sei sobre algo, tenho conhecimento, domino, sou letrado. Ciência advém de conhecimento construído a partir da experiência, é o corpo de conhecimentos, sobre nosso mundo físico e material, acumulados por meio de observações e experimentações. Ciência refere-se a fatos e princípios estabelecidos por meio de estudo sistemático.

A segunda pergunta: Que boas características exibe um bom cientista?

E, enquanto eu respondo a esta pergunta, gostaria que vocês se auto-avaliassem no interesse de verificar se têm ou não estas características.

Um bom cientista deve ser curioso, demonstrando antes de qualquer outra visão, amor pelo desconhecido, apreço pela incerteza. A honestidade é, também, um atributo essencial. Produzir resultados a partir da ciência deve ser o grande objetivo e não adaptar a ciência à busca por resultados específicos. O bom cientista tem a mente aberta e isso o torna capaz de não se espantar com resultados exóticos ou “inovadores demais”. Deve haver, sempre, uma grande disposição para estar errado ou para cometer erros. O cientista não é nenhum ser iluminado, infalível ou blindado contra frustrações e angustias. A capacidade de elaborar boas perguntas é o que determina o quão grande é o cientista. Esta é a grande característica do bom cientista. E por último, o cientista dever ser cético. Não há aqui nenhuma indicação de que o cientista deva duvidar de tudo, mas há sim uma sugestão de que ele construa suas próprias respostas.

Voltando, agora, a minha atenção ao que vem a ser inovação, preciso atacar com veemência todos aqueles que acreditam que a inovação advém de insights e sacadas que atordoam os cérebros de poucos iluminados e promovem a elevação de seus espíritos à condições especiais. A inovação não advém da mágica, ela jamais poderia ser fruto de mentes preguiçosas que não tivessem como meta a própria inovação. Inovação é um processo, uma caminhada, uma jornada que se inicia pela determinação de objetivos e pela justa aplicação de valores como curiosidade, honestidade, mente aberta, disposição para estar errado e cometer erros, capacidade de elaborar boas perguntas e postura cética.

É possível perceber, desta maneira, que inovação e ciência têm uma relação bastante íntima. Percebe-se que as boas características do bom cientista têm potencial para fomentar a inovação. Mais ainda, afirmo que a inovação sempre resulta do pensamento científico.

Assim, permitam-me fazer uma terceira pergunta: O que é inovação?

É até certo ponto comum que definamos inovação como sendo algo novo, inédito, sem precedentes. A inovação é, muitas vezes, confundida com a evolução natural das ideias. Muitos acreditam que a inovação é algo que acontecerá naturalmente, desde que vivamos tempo suficiente para que nossa compreensão do universo se expanda por inércia. E quanto erro não há nesta visão? Esta é, certamente, a visão daquele que espera pela inovação produzida pelo outro. Não é sobre isto que eu venho falar aqui.

Minha visão sobre inovação, é de que ela ocorre por conta de um grande interesse em resolver algum problema por meio de ações, posturas, pensamentos ou qualquer conduta derivada, após o exato delineamento da realidade na qual nos encontramos, exaustiva exploração de opções com foco na solução pretendida, um intenso trabalho intra e interpessoal no engajamento com a causa e na aplicação metódica e meticulosa dos resultados de todo este trabalho intelectivo.

Inovação exige exercícios mentais, disciplina quanto à forma de abordar o problema. Inovação implica em dedicação cerebral, em esforço intelectual. E este tipo de conduta leva tempo, acarreta numa sequência de insucessos, gera desgaste, frustração, o que, em compensação, te prepara para o sucesso. A visão que o cientista tem sobre a inovação é a de que ela é o resultado de uma metodologia.

Inovação, no sentido amplo da palavra, consiste em novidades em produtos ou processos, que permitam progresso sistêmico de comunidades, empresas ou países, por longo prazo. Assim, podemos construir uma tríade decorrente da inovação, a tríade novidade, progresso sistêmico e longo prazo. Os componentes desta tríade estariam intrinsecamente atrelados, de forma que somente a ocorrência de todos juntos denotaria a inovação.

E como é possível inovar em nossos processos de ensino?

Para oferecer uma resposta proeminente a esta pergunta, devemos nos preocupar antes em justificar a necessidade da inovação. Como visto anteriormente, a inovação “ocorre por conta de um grande interesse em resolver algum problema”. É necessário estar disposto a calçar o sapato do aluno, com uma vontade maternal de perceber que áreas geram maior sofrimento em sua vida escolar. É necessário demonstrar comprometimento com os objetivos do aluno, e não somente com o cumprimento do conteúdo programático. É imperativo assumir total responsabilidade pelo processo, externando uma paixão por resolver problemas.

Nossa segunda preocupação deve girar em torno de que todos saibam que temos propósitos bem definidos. Essa postura abre portas e concede permissões.

É necessário que demonstremos conhecimento profundo sobre nossos temas. Não há muitas coisas mais prazerosas do que ter um especialista falando sobre o que faz de melhor.

E por último, é necessário que nos mostremos indignados com o fato de que pode existir alguém que consiga viver de maneira adequada sem o conhecimento que nos é tão caro, mas devemos deixar claro que esta indignação é o que nos empurra a melhorar a cada dia.

E se querem uma dica sobre os problemas vividos pelos alunos, basta que se percebam responsáveis pelos seus futuros. Numa matéria sobre carreira, publicada em outubro de 2016, a Revista Exame listou as 10 competências mais raras entre profissionais brasileiros. De maneira bem direta, são elas:

1.    Capacidade de resolver problemas complexos;

2.    Pensamento crítico;

3.    Atitude empreendedora;

4.    Criatividade;

5.    Habilidade para trabalhar com diferentes culturas;

6.    Habilidade para comunicação escrita e oral;

7.    Raciocínio lógico;

8.    Facilidade para se relacionar;

9.    Facilidade para aprender;

10. Habilidades numéricas e matemáticas.

Na reportagem, recrutadores de todo país concordam que existe uma escassez de talentos no Brasil, o que aponta uma necessidade de “não se tornar ‘sedentário’ na carreira”. Novamente eu digo, devemos deixar a comodidade da crítica de lado e trabalhar no interesse de resolver o problema, de maneira simples, direta, somente exercendo as funções que nos foram atribuídas quando nos comprometemos com a nossa magistral missão.

Percebam que o desenvolvimento da capacidade de resolver problemas complexos e o pensamento crítico podem, muito bem, ser desenvolvidos nas disciplinas de ciências. Professores de história têm chances incríveis de demonstrar como atitudes empreendedoras transformaram a sociedade. Nas artes, a criatividade é uma exigência e deve ser incentivada. Quando pensamos em lidar com diferentes culturas, percebemos o valor dos professores de língua estrangeira. A capacidade de comunicação adequada deve ser o grande objetivo dos professores de letras. Raciocínio lógico e habilidades numéricas e matemáticas precisam ficar nas mãos dos matemáticos. A facilidade para se relacionar seria muito bem explorada pelos geógrafos, com exemplos de diplomacia e negociação. E a facilidade para aprender seria o maior resultado de um esforço em conjunto de todos nós que, verdadeiramente, estaríamos vivendo o que de melhor podemos viver, plantando o que de melhor podemos plantar e nos transformando no que de melhor podemos nos transformar.

Os que se comprometem em educar o próximo de modo adequado, justo e sem esperar nada em troca, recebem muito mais do que oferecem. Aqueles que se mostram engajados com o crescimento de seus discípulos se eternizam, têm suas lições propagadas por gerações. Os que, por algum motivo, resolvem se dedicar ao crescimento do outro fazem com que suas ações ecoem pela eternidade.

E você, acredita que é possível inovar na educação brasileira? Tem alguma dica? Deixe aqui o seu comentário e vamos trabalhar juntos no interesse de criar uma cultura científica em torno de nossas práticas educacionais. Quem sabe não teremos turmas tão engajadas quanto essa minha galera da foto?!